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Chegando em Amsterdan

Nono dia (terça-feira, 12.05.09)

Amsterdan, lá vamos nós!
Deixamos Londres num vôo da British Airways, saindo do aeroporto de Gatwick às 9:20 h e chegando no aeroporto de Schiphol às 11:35 h.
De lá, o metrô nos deixou na Estação Central, literalmente colado ao Hotel Ibis Amsterdan Centre (Stationsplein 49).
Chegamos na cidade numa manhã de sol e fomos recebidos por uma funcionária super atenciosa no hotel, que era apaixonada pelo Brasil, fazia aulas de capoeira e português e nos deu um upgrade pra um quarto maior, num andar mais alto e com vista pro rio :)
Apavorados com o preço do café no hotel (30 euros por pessoa!!!), resolvemos antecipar o almoço e escolhemos um restaurante argentino bem em frente à Beurs van Berlage (Bolsa de Valores), onde conseguimos encontrar comida reconhecível, por um preço razoável, no meio do caminho entre o hotel e a praça Dam.
De lá, passeinho pelas redondezas:

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Sorria, você está na Holanda!
Amsterdan é uma cidade que não se deixa confundir: você não está no seu país. Aquelas pessoas não são brasileiras, aquele visual não é da sua cidade... E por isso mesmo, ao menos numa viagem de alguns dias, é um lugar encantador. A cidade tem uma identidade visual muito própria. É uma capital pequena, fácil de ser percorrida a pé ou de barco, cheia de canais, com predinhos bem estreitos de três ou quatro andares debruçados sobre eles, todos em tons de verde, marrom ou preto. Não raro, no primeiro andar funciona algum comércio ou serviço. E curiosas também são as casas barco, que têm endereço fixo, pagam imposto e estão, muitas delas, disponíveis para locação de temporada. Tipo essa aí, atrás de mim:

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Bicicletas são tão comuns como os pedestres e são absolutamente respeitadas, com faixas e sinais de trânsito próprios. Por mais de uma vez, vimos bicicletas com uma espécie de caixote na frente, onde seis ou oito criancinhas loiras e educadamente acomodadas eram levadas para alguma creche. E a cidade, ao contrário do que se pode pensar, não é um antro de doidões. O cheiro de maconha, de fato, se espalha por algumas ruas do centro. Mas a droga só pode ser consumida em pequenas quantidades e em locais pré-estabelecidos (os "brown" coffeeshops). Drogas mais pesadas são absolutamente proibidas e a fiscalização é bem severa. Chegamos a ver um cara levando uma dura da polícia em busca de heroína.
Postas as coisas nos seus devidos lugares, divirta-se: a cidade é linda e cheia de atrações.
Ainda naquela primeira tarde, resolvemos comprar um bilhete de barco, tipo "hop-on/hop-off", que permite embarques e desembarques ao longo do dia, em cada uma das paradas. Tudo a ver com a cidade, além de oferecer uma visão diferente das "ruas".

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Descemos em frente ao Rijksmuseum (ou museu da rainha)...

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... mas resolvemos não entrar. Com poucos dias na cidade, optamos por apenas um museu, que não era aquele. Além disso, em Amsterdan, você tem muito mais vontade de andar sem rumo pelas ruas e canais do que entrar em museus ou galerias.
Contornando, chegamos até a Museumplein - ao fundo a Concertgebouw, que dizem ser uma das três melhores salas de concerto do mundo:

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Ali pertinho também fica o Museu Van Gogh, que visitaríamos no dia seguinte.
Mais uma voltinha pelas pontes e canais...

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... e descanso, pra recomeçar tudo no dia seguinte.

Publicado por wbelisario 8:09 Arquivado em Holanda Tagged amsterdan

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